quarta-feira, 23 de abril de 2014

Projeto 2014: Organiza isso, Juliana [prateleira 3 de 47]

Organiza isso, Juliana!

Prateleira 3 de 47

Escritoras Brasileiras



Mais brasileiras :)



63. A condição indestrutível de ter sido
Helena Terra
Dublinense
2013

64. Em que coincidentemente se reincide
Leila de Souza Teixeira
Dublinense
2012


65. Todos nós adorávamos caubóis
Carol Bensimon
Companhia das Letras
2013


66. Sinuca embaixo d´água
Helena Terra
Companhia das Letras
2009


67. Pó de parede
Carol Bensimon
Dublinense
2010


68. A morsa
Prisca Augustoni
Maza Edições
2010


69. Uma duas
Eliane Brum
Leya
2011


70. Um amor literário
Letícia Malard
Ateliê Editorial
2005


71. Rabo de baleia
Alice Sant´Anna
Cosacnaify
2013


72. Dobradura
Alice Sant´Anna
7Letras
2009


73. O que deu para fazer em matéria de história de amor
Elvira Vigna
Companhia das Letras
2012


74. O jogo dos limites
Elvira Vigna
Companhia das Letras
2001

75. Às seis em ponto
Elvira Vigna
Companhia das Letras
1998

76. Deixei ele lá e vim
Elvira Vigna
Companhia das Letras
2006

77. Jogo de damas
Myriam Campello
Língua Geral
2010


78. Como esquecer
Myriam Campello
7Letras
2010


79. Litterofagia
Fernanda Meireles
Funalfa
2010


80. Jóias de família
Zulmira Ribeiro Tavares
Brasiliense
1991


81. Vesúvio
Zulmira Ribeiro Tavares
Companhia das Letras
2011


82. Região, ficções etc.
Zulmira Ribeiro Tavares
Companhia das Letras
2012


83. À sua espera: uma viagem filosófica ao centro do útero
Carla Muhlhaus
Dublinense
2012


84. O céu pode esperar mais um pouquinho
Maria Clara Mattos
Dublinense
2013




85. Baião de três
Lu Menezes
Alley
2013


86. Meu coração de pedra-pomes
Juliana Frank
Companhia das Letras
2013


87. Um útero é do tamanho de um punho
Angélica Freitas
Cosacnaify
2012


88. Esquilos de Pavlov
Laura Erber
Alfaguara
2013



202*. As miniaturas
Andrea del Fuego
Companhia das Letras
2013

203*. Manual prático de bons modos em livrarias
Lilian Dorea
Editora Seoman
2013

208*. Alice e Ulisses

Ana Maria Machado
Nova Fronteira
2008

209*. Canteiros de saturno

Ana Maria Machado
Nova Fronteira
2007

210*. Hoje acordei gorda

Stella Florence
Rocco
1999

211*. Lugares que não conheço, pessoas que nunca vi

Cecília Giannetti
Agir
2007

212*. Máquina de pinball

Clarah Averbuck
Conrad Livros
2002

213*. Vergonha dos pés

Fernanda Young
Objetiva
1996

213*. Muito prazer: contos eróticos femininos
Organizado Márcia Denser
Record
1982

214*. O animal dos motéis
Márcia Denser
Civilização Brasileira
1981

215*. Eu sou uma lésbica

Cassandra Rios
Record
1983

216*. Caim: sagrados laços frouxos

Márcia Denser
Record
2006

217*. Desvãos

Susana Verneri
Dublinense
2012

218 e 219*. Todas as horas e antes (volume 1 e 2)
Neide Archanjo
A girafa
2006

220*. Um espinho de marfim
Marina Colassanti
L&PM Pocket
1999

221*. A nova mulher
Marina Colassanti
Nórdica
1980

222*. Contos de amor rasgados
Marina Colassanti
Rocco
1986

223*. O ponto cego
Lya Luft
Mandarim
1999

224*. Pente de vênus e novas histórias do amor assombrado

Heloisa Seixas
Record
2000

225*. Papel manteiga para embrulhar segredos
Cristiane Lisbôa
Memória Visual
2006

226*. Viver não dói

Leila Ferreira
Editora Globo - Principium
2013

227*. Almanaque 02 neurônio: guia da mulher superior

Jô Hallack, Nina Lemos, Raq Affonso
Record
2005

228*. Poemas para encontrar Deus

Rose Marie Muraro e Frei Raimundo Cintra
Rosa dos Tenpos
1995


229*. Parem de falar mal da rotina
Elisa Lucinda
Lua de papel - Leya
2010

230*. Nós somos uma correspondência
Fernanda de Mello Gentil
Circuito
2012

306*. Noturnos
Ana Miranda
Companhia das Letras
1999

311*. Paixão Pagu: a autobiografia precoce de Patrícia Galvão
organizador Geraldo Galvão Ferraz
Agir
2005


313*. Semíramis
Ana Miranda
Companhia das Letras
2014
LEGENDA:
Em vermelho: não li
Em verde: li
Em azul: estou lendo
Em preto: livro de consulta, não pretendo esgotar a leitura tão cedo

* O asterisco significa que o livro foi acrescentando à prateleira após a organização de outras, de modo que para não alterar toda a contagem posterior, ele entrará com a numeração em uso no momento em que foi encontrado. 

terça-feira, 22 de abril de 2014

No Brasil há que se pedir desculpas se você tem Doutorado

Nasci no dia primeiro do mês nove. Aos quatro anos de idade joguei minha chupeta fora - chorando, mas joguei. Aos sete escrevi meu primeiro livro, para mim mesma. Aos onze participei do meu primeiro concurso de poesias. Aos dezesseis conheci Clarice Lispector. Calço 35, meço 1,55 e por pudor não falarei meu peso. Leio mais de cinquenta livros por ano e muito menos do que gostaria. Gosto de chocolate, mas gosto ainda mais de quindim. Tenho uma calopsita que me tem. Assisto seriados com devoção. Adoro conhecer livrarias. Sei cozinhar meia dúzia de pratos e amo viajar - sobretudo se for para fazer compras.

O parágrafo anterior me define. Mas o seguinte também:

Formei-me em Letras em 2003. Terminei a Especialização em Estudos Literários em 2004. O Mestrado eu concluí em 2006. Tornei-me Doutora em Estudos Literários em 2011. 

Na verdade, este parágrafo define principalmente os últimos quinze anos da minha vida. Definiu quem eu era nestes quinze anos. 
Por que? 
Porque eu abri mão de viagens com meus pais para estudar. 
Porque eu terminei um namoro pois, perfeccionista, obriguei-me a fazer escolhas e listar prioridades. 
Porque abri mão de empregos para estudar. 
Porque passei noites em claro e tive indigestão com café, para estudar. Porque adquiri tendinite por passar noites e noites digitando páginas e páginas que, após revisão, foram descartadas. 
Porque tornei-me uma pessoa extremamente alérgica por causa do stress.
Porque engordei, emagreci, engordei, emagreci, tornando-me o efeito sanfona por causa da vida carregada que levava ao optar continuar trabalhando (sessenta aulas por semana, minha gente) enquanto estudava. 
Porque li muitos livros teóricos maravilhosos e li outros que quase me levaram para a terapia (quem sobrevive a Derrida?). 
Porque abri mão de ler muita coisa que queria, para comprar os livros que precisava para a especialização, o mestrado, o doutorado. 
Porque deixei de sair com amigos - perdi muitos amigos, inclusive. Já falei que terminei um namoro? Pois foram dois, no mínimo. 
Porque tirei a televisão do quarto e fiquei alienada. 
E meu Deus, como eu lutei, como eu batalhei contra o cansaço, o medo, o cansaço, a desistência, o cansaço, a desilusão, o cansaço, a sensação de fracasso, o cansaço, a covardia, o cansaço...

Não houve um dia em que não tive que fazer escolhas: preparar aula ou escrever mais uma página da dissertação? Corrigir provas ou enviar um capítulo da tese para a famigerada orientadora? Dormir ou ler mais um livro em espanhol? Comprar a bolsa que estava namorando na vitrine ou pagar um tradutor de alemão para poder ler o texto que "seria importante para meus estudos"? Fazer um miojo para ganhar tempo ou sair com os amigos e conhecer o novo restaurante mexicano da cidade? Lutar pelo amor ou desistir dele porque o amor não estava entendendo minha luta?

Então, se você me perguntar se fiz Letras, especialização, mestrado ou doutorado, antes de qualquer coisa, será preciso que eu lhe responda que fiz escolhas. E essas escolhas tornaram-me quem sou hoje. Sou um título? Não! Sou um diploma na parede? Não! Sou uma pessoa que optou por passar doze anos estudando o que amava porque amava fazer o que fazia.

Talvez eu deixe de gostar de quindim ou chocolate. Pode ser até que leia menos do que cinquenta livros por ano. Pode ser que eu aprenda outra meia dúzia de pratos e me torne uma culinarista. E pode ser também que um dia eu canse de viajar e gastar nas viagens. Algumas coisas que me definiam no primeiro parágrafo, podem um dia não me definir mais. Mas o que me define no terceiro, isso, nunca vai mudar. Não apenas porque são títulos que não se perdem, mas porque foram títulos conquistados com suor, esforço e sobretudo amor. 

Mas de vez em quando sinto-me obrigada a pedir desculpas por eles. E confesso, sem pudor algum, que já retirei todos do meu currículo, para não deixar de conquistar uma vaga - sim, um professor doutor é mais caro para as escolas particulares e, portanto, menos interessante para essas mesmas escolas. Sem contar que já perdi um emprego por causa do doutorado! De vez em quando eu fico sem graça de dizer que fiz doutorado e já me peguei muitas vezes falando que sou doutora com uma voz tão baixa que mais parecia um pedido de desculpas. No meu prédio há um juiz aposentado que exige ser chamado de doutor por todos, mas ele nunca me chamou de doutora. Eu chamo, inclusive, meu dentista de doutor - que me pese a tristeza dele não retribuir o chamamento.




Já recebi críticas nas escolas por causa do meu título: mas você quer mesmo dar aulas no Ensino Médio? Pelo amor de Deus, você tem Doutorado! Vá para as Universidades!
Já recebi críticas nas Universidades por causa do meu título: mas você tem Doutorado e não vai fazer concurso, por que?
Já recebi críticas de colegas de trabalho por causa do meu título: pra que você estudou tanto? para ficar em sala de aula? ah, eu não... eu preferi engravidar!
Já recebi críticas na internet por causa do meu título: você fala isso, você fala assim, só porque você tem Doutorado. Você é metida porque tem doutorado. Você fica esfregando o doutorado na cara dos outros como se tudo o que fala fosse verdade indiscutível. Você é uma chata, você e seu doutorado. Quem ama literatura não precisa de doutorado... mimimi blablabla...

E pois que ter Doutorado, neste país, tornou-se um peso, não um título. Se eu espero aplausos? Não, de forma alguma. Quisesse-os, teria me tornado atriz, certamente. Se quero ganhar mais dinheiro? Talvez. Mas não segui esse caminho pensando nele. Fosse o dinheiro realmente importante para mim, não teria cursado Letras (um professor doutor de uma universidade pública ganha por hora menos do que uma esteticista de clínica famosa). A única coisa que eu espero quando as pessoas se deparam com os meus títulos, a única coisa que peço depois de suar, esforçar e amar cada título que conquistei, é que respeitem estes títulos. E o mínimo que espero destas mesmas pessoas é que parem de olhar para mim como se eu fosse uma inimiga ou vilã. Pois eu não vou ceder ao abuso de calar meus títulos porque eles incomodam a alguns. Só porque as pessoas acham que ter doutorado é uma forma de agredi-las. 

E que respeitem sobretudo o fato de que meu doutorado é em Literatura. E parem de criar teorias dizendo que qualquer um pode falar o que quiser sobre Literatura. Se gostam tanto desta arte, respeitem-na! 
Como respeitamos a Medicina e não nos vestimos de soberba quando vamos a um consultório médico. 
Como respeitamos a Psicanálise e não nos igualamos aos psicanalistas. 
Como respeitamos o Direito e procuramos profissionais para nos afinarem com as leis. 
O que espero é respeito. Não pelo meu título objeto: um papel e uma palavra. Mas pelos anos que passei estudando para conquistar o direito de ser chamada de doutora. Espero que respeitem sobretudo o fato de que escolhi estudar literatura porque também amava literatura, provavelmente até mais do que os que escolherem estudar outro área. 

Eu não tenho doutorado para que você se sinta inferior a mim ou para ter a última palavra sobre qualquer assunto que eu aborde. Eu tenho doutorado porque este foi o nome que criaram para as pessoas que, como eu, escolheram estudar literatura dentro da Academia. E se a Academia não for levada a sério - apesar de suas falhas, como todas as áreas têm - não resta muito mais a ser levado a sério mesmo. 

O problema de se ter doutorado num país que não valoriza a educação, é que mais do que um título, ele se torna uma carga muito pesada para se carregar. O problema de se ter doutorado na internet, no meio daqueles que amam livros e são de variadas profissões, é que mais do que um título, ele se torna uma arma que as pessoas colocam em minhas mãos sem que eu tenha consciência disso e sem a minha autorização!

Ser chamada de doutora é pouco. O que eu quero mesmo, o que eu espero das pessoas é que respeitem a formação que escolhi, assim como respeitam as escolhas que fizeram. Eu não fiz doutorado para os outros, eu fiz doutorado para mim!

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Aniversário de quatro anos do blog: resultado do sorteio

Então, como combinado - com um certo atraso, mas estava esperando todas as cartinhas chegarem - farei o sorteio do meu livro para as pessoas que enviaram uma cartinha contando suas histórias de leitura!

1. Viviane Ribeiro - Itatinga
2. Vanessa Rocha - São Bernardo do Campo
3. Clívia Livia - Recife
4. Fabiola Luz - Toledo
5. Álec Oliveira - Anápolis
6. Giovanna Marques - Santo André
7. Pedro Sander - Brasília
8. Camila Ferreira - São Paulo
9. Priscila Mucciolo - São Paulo
10. Liamar Érica - São Paulo
11. Rhode Tatiana - Pratânia
12. Henrique Ferras - (cidade?) Rio Grande do Sul
13. Elisa Chamon - Vitória
14. Deborah Kufner - Belo Horizonte
15. Gabriela Lemos - Jundiaí
16. Elaine de Matos - Goiânia
17. Leila Villela - Belo Horizonte
18. Anny Dantas - Campo Grande
19. Jéssica Coelho - P. Bernardes
20. Jéssica Salles - Ribeirão Pires
21. Helena Frenzel e Bia - Alemanha
22. Ana Virgínia - Juiz de Fora
23. Karina Florentino - Budapeste

Sem critério para numeração, nem mesmo por número de chegada, ok?

O livro vai para:

Gabriela Lemos!
Sua fofa, aguarde que semana que vem o livro seguirá para você! =)

A todos que participaram, obrigada. Continuem enviando suas histórias de leitura. Gostei muito de fazer isso, amei ler as cartas de vocês e mais para a metade do ano faço um novo sorteio, combinado?

Beijos a todos e muito, muito obrigada pelo carinho!

domingo, 20 de abril de 2014

Organiza isso, Juliana: e a limpeza das prateleiras, como fica?



Vira e mexe alguém me pergunta como faço para: limpar meus livros / manter as prateleiras sem poeira.
Gente, é simples: eu não faço!

Antigamente tínhamos uma ajudante que quinzenalmente tirava o pó das prateleiras - mas duvido que dos livros... Isso já bastava para mim que, sendo sem tempo, não ia exigir muito mais do que uma manutenção por parte dela.

Claro que de vez em quando, a cada três meses no máximo, eu fazia um faxinão no escritório com direito a limpeza completa das estantes. Mas nem sempre fazia isso com a frequência necessária.

O problema é que, nos últimos meses, além de perdemos essa ajudante, meu tempo ficou escasso, reduziu-se ao mínimo, tenho chegado ao extremo de listar prioridades para meu dia e, claro, passar um pano nos livros nunca tem sido uma delas.

O Projeto de 2014: Organiza isso, Juliana! acabou sendo uma válvula de escape para, finalmente, arrumar um tempo e também tirar o pó das obras. Mas mesmo ele está sem a frequência desejada. 

O fato é que, aqui em casa, uma semana já é suficiente para uma prateleira ficar assim:



Isso porque na foto não dá para visualizar bem o estrago em pó! =)
Mas a pergunta é: algum de vocês teria uma dica preciosa para manter os livros, minimamente, dignos?

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Projeto 2014: Organiza isso, Juliana [prateleira 2 de 47]

Com tantas mudanças que aconteceram na minha vida no último mês, só me dei conta agora que o projeto está parado há exatamente um mês.

Não sei se darei conta de, conforme planejado, terminá-lo antes do final do ano. Mas devagar e sempre pretendo catalogar todos os livros.

Estou fazendo isso aqui no blog e aproveitando mara tirar as teias de aranha do Skoob (eis o meu perfil). O blog ficará sempre mais completo - porque nem todos os livros estão no skoob e tenho preguiça de adicionar.

Hoje a estante organizada está logo abaixo da anterior (para ver, clique aqui). Sem critério nenhum a não ser o fato de estar mais ao alcance das mãos (são 3 horas da manhã de sábado e estou sem sono) resolvi pegar os livros dela. A questão é que as coisas estavam um pouco misturadas ali: brasileiras com estrangeiras. De modo que resolvi criar uma organização da organização e, eis o que temos.

Organiza isso, Juliana!

Prateleira 2 de 47

Escritoras Brasileiras:

Adélia Prado, Cecília Meireles, Lygia Fagundes Telles, Rachel de Queiroz e Ana Cristina César




23. Seminário dos ratos
Lygia Fagundes Telles
Companhia das Letras
2009

24. Mistérios
Lygia Fagundes Telles
Rocco
1998

25. A disciplina do amor
Lygia Fagundes Telles
Rocco
1998

26. Durante aquele estranho chá: perdidos e achados
Lygia Fagundes Telles
Rocco
2002

27. Verão no aquário
Lygia Fagundes Telles
Rocco
1998

28. Ciranda de pedra
Lygia Fagundes Telles
Rocco
1998

29. A noite escura mais eu
Lygia Fagundes Telles
Rocco
1998

30. A estrutura da bolha de sabão
Lygia Fagundes Telles
Rocco
1999

31. Um coração ardente
Lygia Fagundes Telles
Companhia das Letras
2012

32. Antes do baile verde
Lygia Fagundes Telles
Companhia das Letras
2009

33. Oráculos de maio
Adélia Prado
Editora Siciliano
1999

34. Prosa Reunida
Adélia Prado
Editora Siciliano
2001

35. Bagagem
Adélia Prado
Record
2006

36. A duração do dia
Adélia Prado
Record
2010

37. Cadernos de Literatura Brasileira
Adélia Prado
Instituto Moreira Salles
2000

38. As três marias
Rachel de Queiroz
Livraria José Olympio Editora / Coleção Sagarana
1980

39. O quinze
Rachel de Queiroz
ARX
2002

40. Cadernos de Literatura Brasileira
Rachel de Queiroz
Instituto Moreira Salles
1997

41. Roteiro de Leitura: Romanceiro da Inconfidência de Cecília Meireles
Norma Seltzer Goldstein
Editora Ática
1998

42. Literatura comentada Cecília Meireles
Norma Seltzer Goldstein /  Rita de Cássia Barbosa
Abril Cultural
1982

43. Janela Mágica
Cecília Meireles
Editora Moderna
1983

44. Obra Poética
Cecília Meireles
Nova Aguillar
1977

45. Cadernos de Literatura Brasileira
Hilda Hilst
Instituto Moreira Salles
1999

46. Fico besta quando me entendem: entrevistas com Hilda Hilst
org. Cristiano Diniz
Biblioteca Azul
2013

47. Da morte. Odes mínimas
Hilda Hilst
Editora Globo
2003

48. Tu não te moves de ti
Hilda Hilst
Editora Globo
2011

49. Com os meus olhos de cão
Hilda Hilst
Editora Globo
2006

50. Estar sendo. Ter sido
Hilda Hilst
Biblioteca Azul
2006

51. Exercícios
Hilda Hilst
Editora Globo
2007

52. Baladas
Hilda Hilst
Editora Globo
2011

53. A obscena senhora D
Hilda Hilst
Editora Globo
2011

54. O caderno rosa de Lori Lamb
Hilda Hilst
Biblioteca Azul
2013

54. Cartas de um sedutor
Hilda Hilst
Editora Globo
2009

55. Uma superfície de gelo ancorada no riso: antologia Hilda Hilst
org. Luisa Destri
Editora Globo
2012

56. Teatro Reunido - Volume 1
Hilda Hilst
Nakin Editorial
2001

57. Fluxo-foema
Hilda Hilst
Perspectiva
1970

Aí eu acordei no dia seguinte e achei que dava para aproveitar um pouco mais de espaço, pensando nas prateleiras do futuro que exigirão lugar para os livros que estão perdidos pela casa. Arrumei de novo - sei que não ficou melhor, e consegui acrescentar os livros abaixo.




58. A teus pés
Ana Cristina César
Editora Ática
1999


59. Poética
Ana Cristina César
Companhia das Letras
2013


60. Correspondência Completa [edição fac-símile com trechos]
Ana Cristina César
Companhia das Letras
2013


61. Até segunda ordem não me risque nada: os cadernos, rascunhos e a poesia-em-vozes de Ana Cristina César
Flora Sussekind
7Letras
2007

62. Antigos e soltos: poemas e prosa da parta rosa
org. Viviana Bosi
Instituto Moreita Salles
2008



Mas só depois que estava tudo arrumada que lembrei de algo: não carimbei os livros com meu Ex Libris. Que lástima! =(

E então, enquanto arrumava a prateleira 9 (sim, este post é programado e essa frase é um update, encontrei um livro perdido)

292*. A confissão de Leontina
Lygia Fagundes Telles
Ediouro
1996


LEGENDA:
Em vermelho: não li
Em verde: li
Em azul: estou lendo
Em preto: livro de consulta, não pretendo esgotar a leitura tão cedo

* O asterisco significa que o livro foi acrescentando à prateleira após a organização de outras, de modo que para não alterar toda a contagem posterior, ele entrará com a numeração em uso no momento em que foi encontrado. 

quinta-feira, 17 de abril de 2014

"Organiza isso, Juliana" e as etiquetas que não deram certo!

Alguns dias atrás fiz um post sobre organização, para  meu projeto de catalogação dos livros (que anda um pouco parado por falta de tempo) e resolvi ver como estavam se comportando as etiquetas que havia colado nas capas dos livros não lidos.
Para entender melhor essa história, sugiro que leia este post.

Pois bem. Fui tentar arrancar uma etiqueta, como teste, para ver se sua cola iria transferir para a capa do livro. E é triste que assumo: não façam isso.

Algumas capas, por apresentarem materiais diferentes, meio que aderem à cola das etiquetas e o estrago, a longo prazo, pode ser irrecuperável. No desespero de quem preza pelo bem estar dos livros, arranquei todas as bolinhas e vou me contentar por, apenas, catalogar aqui no blog o que ainda não li. Nada de sair colando bolinhas que, no futuro, poderão danificar os livros.


quarta-feira, 16 de abril de 2014

Post fixo


Quem acompanha o face sabe que estou muito feliz com o retorno que estou tendo da venda dos meus livros.
Primeiro é importante que entendam que a princípio eu não queria me envolver com as vendas - deixar isso nas mãos da editora e das livrarias seria muito mais cômodo.

No entanto, desde que o livro começou a ser vendido, recebo semanalmente mensagens de pessoas que estão tentando comprar e não conseguem. A massa da reclamação resume-se a: o prazo para entrega é alto / depois de semanas esperando, a livraria cancelou a compra.

Desta forma, acabei me chateando com isso - afinal, o que quero é ser lida, mas não há possibilidade de ser lida quando isso é difícil para os que tentam...

Logo, pedi à editora que enviasse trinta livros para minha casa que os colocaria disponíveis no blog. O que eu não esperava é que os 30 livros seriam vendidos em menos de três dias!

Já falei sobre isso aqui, mas repito: Obrigada!

Com o fim do estoque que achei que duraria meses, acabei pedindo mais para a editora e eis que chegaram ontem.

Então, tenho agora mais livros disponíveis para quem se interessar. O esquema é o bom e velho de sempre: se você quer o livro, basta enviar um email para 

defiju@ig.com.br

Por email explico os procedimentos para pagamento e envio, ok? O valor é fixo para qualquer região do Brasil: R$25,00 livro + frete. O envio é pelo Registro Módico, por isso um frete tão barato =)

Um abraço!